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UM HOMEM DE FÉ
 

Meu Blog novo

http://http://meucantoeumconto.blogspot.com/

Este é meu novo Blog Meu Canto e um Conto.

 



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 15h31
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Ola amigos! Estou postando umas fotos que recebi; as fotos por si já nos dá a ideia do contraste entre vidas saudavel e vidas necessitado.

As vezes não paramos para ver que existem vidas em situação bem piores que a nossa.

A primeira foto nos mostra a diferença entre um caloroso colo e um necessitado colo.

A segunda nos mostra as maneiras diferentes de se divertir.

A Terceira a fome com um probble mais que social e certas partes do mundo,. uma questão de sobrevivência.

Um abraço a todos.



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 21h21
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Esta imagem para mim é bestial, matança de baleia como ritual.
Você deve refletir, como nós humanos podemos ter em nossa alma este prazer em matar, prazer em ser mal, prazer em destruir.
As vezes tenho vontade de vomitar, quando vejo que o homem é um ser despresivel e mal caracter.
João 3 :20 Porque todo aquele que faz o [mal] odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
que Deus abençoe.

Escrito por ZÉ DA BRONCA às 17h41
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O Sangue

O Sangue.

Sangue, para mim era um mistério, talvez ainda é. O Sangue de cristo por exemplo, no começo era sangue comum, sangue do flagelo, de dor, sofrimento, castigo, era assim que eu via o sangue de Cristo na cruz, não tinha o entendimento necessário; que aquele sangue derramado era para me salvar, um sacrifício para mim.
Certo dia, encontrei uma situação estranha e misteriosa, quando cheguei ao trabalho, vi no chão que havia muitas gotas de sangue, muitas espalhadas por todo parte, como um caminho indo pra algum lugar, ai veio às perguntas.
Derramado por quem?
Por quê?
Motivo qual estava ali àquelas gotas de sangue?
O único sangue derramado quem tem um bom objetivo e o do Senhor Jesus Cristo.
Este mistério era grande, e fazia um caminho sinistro, e todos que passavam por ali questionavam, outras perguntas sugiram.
Quem morreu?
Será que foi uma Briga?
Quem será a vitima?
É um mistério?
Será que foi um acidente?
Se foi cadê o corpo?
Ou foi um assassinato?
Se foi cadê o corpo?
Será que o sangue é de um ladrão?
Quem ele roubou?
Ou será que foi um assalto,com ferimento?
Quem levou a pior o bandido ou a vitima?
Vem uma senhora e pergunta de quem é esse sangue?
Respondo, não sei !
Ela retruca: - como não sabe?
Eu respondo um pouco sarcástico : - Tenho certeza que não é o sangue de Jesus, pois esse sangue é de pecador.
Ela não gostou muita da resposta e foi embora.
O mistério continuou, e as perguntas também.
Que importam de quem é o sangue, o motivo o qual foi derramado, sabem que o sangue é tão precioso, hoje mesmo minha amiga Débora estava convidando pessoas para doação de sangue, para seu pai que está doente no hospital por problemas do coração.
O Sangue e tão precioso para vida, um liquido fatal, valoroso e necessário.
Ninguém que se ama, faria um ferimento e saia derramando seu sangue por ai.
Sangue é vida, e não morte.
Hoje eu sei que o sangue de Jesus é vida para mim, é libertação dos pecados, ele nos purifica.
Aquele sangue pecador caído no chão, quem o perdeu, sofreu e sentiu dor, talvez morreu.
Mas o mistério continua e continuará,
Pois agora o sol o seca em breve a chuva o levará.

***********************************************


Escrito por ZÉ DA BRONCA às 19h23
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Não vos preocupeis com o amanhã.

 

Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mt 6:34)

 

Na semana, há dois dias maravilhosos com os quais nunca preocupo.

São dois em que não me permito sentir medo nem apreensões. É isso para mim é sagrado.

Um deles é o “ontem”, com seus problemas, ansiedades, dores, sofrimentos, erros, falhas e equívocos. Ontem já passou e se acha fora do meu alcance. Não posso desfazer nenhum dos atos que pratiquei nem desdizer uma palavra que falei. Então tudo que se acha contido nesse dia, que se relaciona comigo – meus erros, tristezas e pesares – agora se encontra nas mãos do grande Amor, que tira mel da rocha e transforma em águas doces as correntes amargas do deserto. Assim sendo, a não ser pelas lembranças agradáveis, doces e suaves, que se apegam ao coração do dia, como um perfume de rosas, não tenho mais nada a ver com o ontem. Foi meu ; agora pertence a Deus.

 

O outro dia com o qual também não me preocupo é o amanhã. É que o amanhã, com todos os seus perigos, fardos e possíveis problemas, com a grande probabilidade de erros, falhas e equívocos, também se acha fora do meu alcance, como o seu falecido irmão, o ontem. Ele pertence a Deus. O sol do amanhã ainda irá nascer. Seja em meio a um esplendor rosado ou a uma máscara de nuvens gotejantes, mas ainda está para nascer.

 

E enquanto ele não vem, o mesmo Deus de amor e paciência que segura o ontem também tem a mãos no amanhã. Então, a não ser pela estrela esperança que brilha radiante na face do amanhã, não tenho comigo nada desse dia, que ainda não nasceu.Tudo que lhe diz respeito se acha aos cuidados do Amor infinito, que é mais alto que as estrelas, mais amplo que os céus, mais profundo que os mares. O amanhã pertence a Deus. Depois será meu!

Portanto, resta-me apenas um dia da semana: Hoje. W qualquer homem pode encarar as batalhas de hoje. Qualquer mulher pode suportar os fardos de um dia. Qualquer pessoa pode resistir às tentações de hoje. Ah, amigos, nós só sucumbiremos se, por vontade própria, acrescentarmos ao hoje os pesos dessas duas eternidades – ontem e o amanhã.

São fardos que apenas o Deus todo-poderoso pode carregar. O que enlouquece os homens não são as experiências de hoje. É o pesar por algo que aconteceu ontem e o temor do que amanhã pode lhes trazer.

Esses dias pertencem a Deus. Deixemo-los nas não dele!

Por isso, penso, vivo e caminho apenas um dia de cada vez. É a melhor maneira de se viver. Esse é o dia do homem. Então, cumprindo meu dever, vou vivendo e realizando meu trabalho nesse dia que é nosso. E Deus – o Deus todo-poderoso e cheio de amor – cuida do ontem e do amanhã.

 

Sabe meus colegas, isto é verdade, quando você só tiver sua atenção para o hoje, tenho crteza que muitas coisas vão mundar



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 22h14
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Tesesde Lutero

61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos especiais, o poder do papa por si só é suficiente. [7]
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Mas este tesouro é certamente o mais odiado, pois faz com que os primeiros sejam os últimos.
64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é certamente o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.
65. Portanto, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tais, na medida em que dão boa renda.
68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbidos pelo papa.
71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram fraudar a santa caridade e verdade.
75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados venais no que se refere à sua culpa.
77. A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I.Coríntios XII.
79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, eqüivale à cruz de Cristo.
80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes sermões sejam difundidos entre o povo.
81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil nem para os homens doutos defender a dignidade do papa contra calúnias ou questões, sem dúvida argutas, dos leigos.
82. Por exemplo: Por que o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas –, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?
83. Do mesmo modo: Por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84. Do mesmo modo: Que nova piedade de Deus e do papa é essa que, por causa do dinheiro, permite ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, mas não a redime por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta por amor gratuito?
85. Do mesmo modo: Por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86. Do mesmo modo: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos ricos mais crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
87. Do mesmo modo: O que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à plena remissão e participação?
88. Do mesmo modo: Que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e fazer os cristãos infelizes.
91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92. Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo "Paz, paz!" sem que haja paz!
93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz! [8]
94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno.
95. E que confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.
[1517 A.D.]
estás são as 95 teses de Lutero ( 1517 D.C)


Escrito por ZÉ DA BRONCA às 16h03
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41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.[1][5]

42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.

43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.[2][6]

44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.

45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.

46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.

47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.

48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (assim como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que do dinheiro que se está pronto a pagar.

49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.

50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.

52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.

53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.

54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.

   55. A atitude do Papa necessariamente é: se as indulgências (que são o menos importante)        são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o     mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.

56. Os tesouros da Igreja, a partir dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.

57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.

58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.

59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.

60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem estes tesouros.



 

 só falta 35 teses, para nós termos todas as teses de Martinho Lutero.

Deus te abençoe.



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 22h15
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Mais vinte teses de Martin Lutero, leia:

21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.

22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.

23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.

24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.

25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.

26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.

27. Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].

28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa[1][1], pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.

29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas, como na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal?

30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.

31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.

32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.

33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Ele.

34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.

35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.

36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plena tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.

37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem carta de indulgência.

38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina[2][2].

39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar simultaneamente perante o povo a liberalidade de indulgências e a verdadeira contrição.[3][3]

40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, ou pelo menos dá ocasião para tanto.[4][4]

Na proxima semana estou colocando mais vinte, obrigadopela sua atenção.

 

 

 

 



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 19h01
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Para curiosidade vou colocar aqui para Você saber as 95 teses de Martinho Lutero.

Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, façam-no por escrito.

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amém.

1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.

2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).

3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.

4. Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.

5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.

6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.

7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.

8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.

9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.

10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.

11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.

12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.

13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.

14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.

15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.

16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.

17. Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.

18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.

19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.

20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.

Falta ainda 75, leia estas depois na proxima semana colocarei a següencia...aguarde.



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 20h37
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http://edelciocaraca.nafoto.net

As Ondas estão ouvindo

Marcos : 04

Jesus acalma a tempestade

35 E, naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes: Passemos para o outro lado.

36 E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia também com ele outros barquinhos.

37 E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia.

38 E ele estava na popa, dormindo sobre uma almofada, e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não se te dá que pereçamos?

39 E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança.

40 E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?

41 E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?

 

Jesus e os Discípulos estão em um Barco Atravessando o mar da Galiléia. De repente, começa uma tempestade, e o que era calmo torna violento – ondas terríveis se levantam no mar e batem contra o barco. Marcos descreve claramente a cena “E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já enchia de água” ( Marcos 4:37).

Imagine-se no barco. É um barco forte, mas não forte,mas não apropriado para estas ondas de três metros de altura. Ele lança a proa, primeiro, contra a parede de água. A força das ondas inclina perigosamente o barco até que a proa parece estar apontada para o céu. Inúmeras mãos se juntam as suas para agarrarem o mastro. Todos seus companheiros de barcos estão de cabeça molhada e os olhos arregalados. Você aguça os ouvidos á procura de uma voz que acalme a todos, mas tudo o que ouve são gritos e orações. De repente, algo lhe ocorre – está faltando uma pessoa. Onde está Jesus? Ele não está no mastro. Não está agarrado à beira do barco. Onde Ele está? Você se vira e olha, e lá, encolhido na popa do barco, está Jesus, dormindo!

Você não sabe se fica surpreso ou irritado, por isso fica ambas as coisas. Como ele pode dormirem um momento como este? Como ele poderia dormir durante a tempestade?

Simples, ele está no comando da tempestade.

Jesus “despertado, repreendeu o vento e disse ao mar:  Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança.” (v.39)

As águas agitadas transformam-se em um mar sereno no mesmo instante . Calmo, de imediato. Nem uma ondinha.

As ondas estavam, sujeitas a ele, e os ventos eram seus servos.

Todo o universo era seu reino.

 

(A grande casa de Deus – um lar para o seu coração)

 

 

Max Lucado

3 : 16

 

Pgs.147,148.

 



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 21h07
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Escrito por ZÉ DA BRONCA às 20h46
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(há espera de Deus......)

Hipócritas

 

Lucas 12:56

 

Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis então discernir este tempo?”

 

Quando saímos logo de amanhã, fazemos está pergunta, olhamos para o céu e perguntamos,será que vai chover? Será que vai fazer sol?; Identificamos muitas vezes no olhar para o céu, ou no sentir do vento, vai chover?Vai fazer frio?Vai fazer calor?.

Fazemos sempre perguntas, e sempre temos as respostas no momento certo, mas, Jesus nos interpela, sobre isto, porque sabemos conhecer, estes problemas na natureza, interpretam os eventos da natureza, mas quando temos que interpretar os sinais espirituais, não conseguimos, deixamos nos enganar por armadilhas construídas pelo inimigo, porque não percebemos o que ocorre ao nosso lado.

Lendo os jornais hoje, verifiquei algumas manchetes : “astro de TV, classificado pela policia como usuário de drogas”,”Cidade do litoral e campeã em homicídios, aponta pesquisa”,”Garota de 16 anos fez sexo com bombeiros na viatura”; isto são algumas das manchetes que lemos e ouvimos pelos meios de comunicação.  – não, não vai acorrer comigo! Mas será que Jesus Cristo não tem razão? Quanto uma noticia-nos trás ao conhecimento que um galã de novela, um homem que influência muita pessoas, pelas suas interpretação altera costume, cultura de uma comunidade, a vem um noticia que está mesma pessoa está envolvida com drogas, com traficantes. Que exemplo está passando para nossa família e para comunidade, como podemos questionar  se o exemplo maior foi destruído, você vai ouvir, se fulano que é famoso pode , eu também posso, corremos um grande perigo.

Novo grande feriadão vem chegando, planos e mais planos para uns dias de descansos na praia, um fim de semana maravilhoso em nossa mente, não sabendo o que pode acontecer de perigoso, pois a cidade que vamos passar este feriado no renque nacional, está cidade e a mais violenta do estado, o que te espera naquele lugar. E aconteceu, o relato estava nas paginas dos jornais, uma família foi passar um fim semana na praia, na cidade que alcançou o status de cidade mais violenta do estado,planos de um final de semana maravilhosos, estavam lá todas as famílias reunidas na casa à beira da praia, um sonho, laser, diversão a vontade, um churrasco todos reunidos, quando a casa foi invadida por marginais, na ação dos bandidos o Pai da família foi baleado e não resistiu e morreu, os bandido todos menores e evadiram; muita dor, muitas lagrimas o que podia ser um feriado feliz foi um trágico.

Agora a Garota de 16 anos que transava com os bombeiros me deixa triste, pois fiquei com a questão da inocência perdida, da juventude jogada fora, falta de orientação? Ou será que se a palavra de Deus guardada com coração daquela jovem não mudaria suas atitudes, pois a palavra de Deus diz:

Provérbios 22 : 6 Educa a [criança] no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

Estas coisas estão acontecendo debaixo do nosso nariz.

Jesus nos alerta; Hipócritas!

Não sabemos interpretar o tempo presente, e esquecemos que o tempo passa rapidamente e as coisas não acontecendo e quando percebemos, não dá mais tempo, porque a vida não tem replay, não tem volta, e sempre para frente, não tem como voltar ao tempo e impedir que a desgraça aconteça, como nos filmes, mas temos o Deus da graça que pode nos livrar de todo o mal.

Miquéias 7 :

6 Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa.

7 Eu, porém, olharei para o SENHOR; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá.

 

Edélcio .



Escrito por ZÉ DA BRONCA às 20h40
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